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19 de outubro de 2014

Já ouviu falar em "robôs cientistas"?

"Nenhum pesquisador consegue mais ler todos os artigos científicos que são publicados em sua área de especialização. Mas as máquinas conseguem. E elas já começaram a fazer descobertas por contra própria graças à mineração de dados - mais especificamente, da mineração na literatura científica. A primeira descoberta científica feita por um robô foi anunciada em 2009.
Desta vez um supercomputador classe Watson, da IBM, fornecido à Universidade de Baylor, nos Estados Unidos, leu 100.000 artigos em 2 horas e descobriu escondidas nos dados informações completamente novas no campo da biologia. Chamado KnIT (Knowledge Integration Toolkit), o supercomputador é um de um conjunto crescente de equipamentos que estão tentando tirar o máximo proveito das pesquisas científicas - sem ajuda dos cientistas.
O programa que roda no KnIT não lê os artigos como um cientista o faria - isso levaria uma vida. Em vez disso, ele varreu os textos em busca de informações sobre uma proteína chamada p53 e de uma classe de enzimas que podem interagir com ela, chamadas quinases. Também conhecida como "a guardiã do genoma", a p53 suprime tumores em seres humanos.
Para validar os algoritmos, o sistema analisou inicialmente artigos publicados até 2003. Nessa literatura ele identificou sete das nove quinases que seriam descobertas ao longo dos 10 anos seguintes. Mais importante, ele também descobriu o que pareciam ser duas quinases p53 desconhecidas para a ciência. Exames laboratoriais preliminares feitos a seguir confirmaram as conclusões, embora a equipe ainda pretenda repetir os experimentos para ter certeza."
Confira a matéria completa no site Inovação Tecnológica

18 de outubro de 2014

Seleção de artigos indicados – Prática da Pesquisa - Vol. III

Esta é a terceira seleção, em ordem alfabética (por autor) dos artigos e textos indicados no blog Prática da Pesquisa, durante o ano de 2012.
ARAGÃO, Elisabeth Maria; BARROS, Maria Elisabeth Barros de; OLIVEIRA, Sonia Pinto de. Falando de metodologia de pesquisa.
BELEI, Renata Aparecida Belei; GIMENIZ-PASCHOAL, Sandra Regina; NASCIMENTO, Edinalva Neves; MATSUMOTO, Patrícia Helena Vivan Ribeiro. O uso de entrevista, observação e videogravação em pesquisa qualitativa.
CORTES, Gerenice Ribeiro de Oliveira. Dialogismo e alteridade no discurso científico.
FERREIRA, Aline de Alessio; NEUBHAHER, Berenice; REIS, Elizabeth; GOMES, Marcos da Silva.  Avaliação de periódicos científicos on-line na área do direito.
LAROCCA, Priscila; ROSSO, Ademir José; SOUZA, Audrey Pietrobelli de. A formulação dos objetivos de pesquisa na pós-graduação em Educação: uma discussão necessária.
ROCHA-TRINDADE, Maria Beatriz. Mediatização do discurso científico.
RODRIGUES, Mara Eliane Fonseca; LIMA, Márcia H.T. de Figueiredo; GARCIA, Márcia Japor de Oliveira. A normalização no contexto da comunicação científica.
SANTOS, Raimundo Nonato Macedo dos. Produção científica: por que medir? o que medir?
SILVA, Vanessa Souza da. Ciência moderna: quem vai pagar a conta.
TUNES, Elizabeth; MELO, Joana Silveira de; MENEZES, Deise Matos. A atividade de formular problema de pesquisa.
VILAÇA, Márcio Luiz Corrêa.  Pesquisa e ensino: considerações e reflexões.

15 de outubro de 2014

[Artigo] Ciências e possibilidades de melhoria nas concepções de vida e convivência

Tipo:
Artigo publicado em revista científica
Revista Espaço Pedagógico
ISSN 2238-0302
(Consulte Qualis aqui)
Título:
Ciências e possibilidades de melhoria nas concepções de vida e convivência
Autores:
WATTE, Cleidiana (Lattes)
STRIEDER, Roque (Lattes)
Resumo:
"O trabalho tem como objetivo refletir sobre implicações da ciência clássica nas formas de viver, de se relacionar e de aprender. Nesse sentido, a problemática da reflexão gira em torno da questão: como e por que, diante do desenvolvimento tecnocientífico, tão exuberante, persistimos com a indiferença e a insensibilidade para com os seres humanos e o que a educação tem a ver com isso? Refletimos sobre possibilidades de fazer ciência, nascidas na física quântica e nas biociências e suas contribuições para a humanidade, capazes de redimensionar limites e procedimentos desse fazer ciência, com abrangência e validade humana. No momento de maior flexibilidade no campo científico, concepções diferentes começam a habitar nossos espaços de convivência, ensino e aprendizagem. Abrem perspectivas de ampliação e melhorias da convivência humana para consigo mesma e para com a natureza, porque contribuem para maior abertura na educação e nas aprendizagens. No desejo de reinterpretar nosso ser e estar no mundo, nossos jeitos de explicar e conhecer, explicamo-nos e conhecemo-nos melhor. Inserir educador e educando no processo das explicações, da aprendizagem e da construção de conhecimentos, permite conhecer e entender nosso modo particular de estar no mundo. Ao semear a concepção de interdependência entre ciência e ser humano, entre ser humano e natureza, entre ser humano para com outros seres humanos, entre a individualidade e a diversidade, as visões míopes, produzidas pela fragmentação, desocuparão seus lugares de destaque. Teremos então, como ensonhamos, fronteiras abertas para estados de paz e de reencontro para convivências no amar."
Palavras-chave:
Amar. Ciência. Educação. Estados de paz.
Referência:
WATTE, Cleidiana Watte; STRIEDER, Roque. Ciências e possibilidades de melhoria nas concepções de vida e convivência. Revista Espaço Pedagógico, Passo Fundo, v. 19, n. 2, p. 325-340, jul./dez. 2012. Disponível em: <http://www.upf.br/seer/index.php/rep/article/view/3148/2135>. Acesso em: 13 out. 2014.

13 de outubro de 2014

[Livro] Meus filósofos

Título:
Meus filósofos

Autor:
Edgar Morin

Editora:
Editora Sulina

Edição:
2 ed. (2014)

ISBN:
978852050674-5

Sinopse:
"Este livro não é mais um dos inumeráveis manuais de ideias filosóficas escolhidas. O conjunto escolhido sugere uma atitude intelectual importante no que diz respeito à construção do conhecimento, porque expõe a dialógica dependência-autonomia do sujeito e nos convoca a empreender uma arqueologia das raízes de nossos argumentos, ideias, convicções, incertezas. Como afirma o autor em seu texto introdutório, Meus filósofos é a expressão de uma dívida com pensadores que nutriram a unidade e a diversidade de suas interrogações. Seus filósofos não se limitam aos nomes consagrados de uma área de conhecimento. São todos aqueles nos quais reconhece as sementes que fecundaram as noções, argumentos e princípios de um pensamento complexo e transdisciplinar. Por isso, ao lado de Pascal, Descartes, Montaigne, Hegel, Spinoza, Freud, Heidegger, Marx, Husserl, estão Beethoven, Buda, Proust, Dostoiévski, dentre outros. Meus filósofoschega ao Brasil por meio de uma tradução cuidadosa, própria de quem conhece a obra de Edgar Morin. Isso garante também a fidelidade ao fluxo narrativo de um autor tão instigante, tão pleno, tão sem censura."

Mais informações:
http://www.editorasulina.com.br/
Resenha:
MARTINAZZO, Celso José; DRESCH, Óberson Isac. Gênese das leis e dos princípios da teoria da complexidade em Edgar Morin. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasilia, v. 95, n. 240, p. 457-461, maio/ago. 2014. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/S2176-66812014000200011>. Acesso em: 7 out. 2014.

8 de outubro de 2014

[Artigo] Sobre o conceito de paradigma no pensamento de Edgar Morin

Tipo:
Artigo publicado em revista científica
Revista Triângulo
ISSN 2175-1609
(Consulte Qualis aqui)
Título:
Sobre o conceito de paradigma no pensamento de Edgar Morin
Autores:
PELEGRINI, Djalma Ferreira (Lattes)
Resumo:
"Partindo da discussão sobre os diversos significados e acepções do termo paradigma, procurou-se promover uma atualização a respeito dos usos contemporâneos desta noção, a partir de seu relançamento, por obra de Thomas S. Kuhn. A despeito dos ataques dirigidos pela crítica especializada, desde o início a noção de paradigma foi bem recebida e intensamente utilizada nas comunidades acadêmicas de sociólogos, educadores, geógrafos, dentre outras. Na abordagem da complexidade de Edgar Morin, a noção de paradigma desempenha uma função essencial, apesar de utilizada com sentido ampliado e definida de forma imprecisa."
Palavras-chave:
Paradigma. Complexidade. Edgar Morin.
Referência:
PELEGRINI, Djalma Ferreira. Sobre o conceito de paradigma no pensamento de Edgar Morin. Revista Triângulo, Uberaba, v. 5, n. 1, p. 57-74, jan./jun. 2012. Disponível em: <http://uftm.edu.br/revistaeletronica/index.php/revistatriangulo/article/view/178/pdf>. Acesso em: 2 out. 2014.

4 de outubro de 2014

[Charge] Eleições 2014

Você votaria neste candidato?

3 de outubro de 2014