[Charge] Quero o divórcio!


19 de abril de 2015

[Livro] Perca o medo de escrever: da frase ao texto

Título:
Perca o medo de escrever: da frase ao texto

Autor:
Inez Sautchuk (Lattes)

Editora:
Saraiva

Edição:
2011

ISBN:
9788502133310

Sinopse:
"Escrever bem não é somente dominar a norma gramatical culta, ou seja, deixar de cometer erros de português. O bom texto escrito consiste também na objetividade, na clareza, na concisão com que são tratados os assuntos e na forma como as ideias vêm organizadas em nossa produção de texto – seja qual for sua finalidade. Em seu novo livro, Perca o Medo de Escrever – da frase ao texto, Inez Sautchuk, fugindo ao indesejável tom acadêmico, aborda com rara clareza as principais dificuldades na produção de um texto – sejam elas de natureza técnica ou de produção de sentidos – e propõe soluções para escrevermos de maneira eficiente e pessoal. Sempre acompanhada de um diálogo muito simpático com o leitor, como se estivesse em sala de aula, a autora levanta as mais variadas questões sobre o ato de redigir, trazendo, com grande precisão didática, propostas de exercícios para (auto)verificação do aprendizado. As respostas podem ser destacadas e conferidas ao final da obra – o que torna este livro pensado para eficiente e rápida consulta em salas de aula de graduação, pós-graduações ou fora delas. Em Perca o Medo de Escrever – da frase ao texto, leitores, professores e alunos não encontrarão apenas um simples manual de redação, mas uma obra fundamental, que reúne teoria e prática vigilante no caminho proposto pela autora para o sucesso da empreitada – sem medo – de escrever bem."

Mais informações:
www.editorasaraiva.com.br
Referência:
SAUTCHUK, Inez. Perca o medo de escrever: da frase ao texto. São Paulo: Saraiva, 2011.

14 de abril de 2015

Concurso de monografias sobre Energias Renováveis e Eficiência Energética - Eco_lógicas 2015

O Instituto Ideal e pela Organização Latino-Americana de Energia (Olade) promove a sexta edição (2015) do Concurso de monografias sobre "Energias Renováveis e Eficiência Energética". Pode participar do concurso estudantes de toda a América Latina e Caribe. Este concurso objetiva incentivar a "produção acadêmica em prol de uma matriz energética limpa e diversificada. Pelo envolvimento dos estudantes e pela necessidade de um compartilhamento de experiências e pesquisas entre os países, Ideal e Olade uniram esforços e estenderam a abrangência do concurso para toda a América Latina e Caribe, com o apoio institucional do Parlamento do Mercosul, Associação de Universidades Grupo Montevidéu (AUGM) e Oficina Regional de Ciência da UNESCO para América Latina e Caribe."

Premiação:
Melhor monografia: US$ 15.000,00 (quinze mil dólares)
Professor Orientador – US$ 10.000,00 (dez mil dólares)

Inscrições:
Até 30 de junho de 2015.

Informações:
http://institutoideal.org/ecologicas/

11 de abril de 2015

A Monografia é uma Festa!

Produzir um trabalho monográfico de revisão bibliográfica é como realizar uma Festa. Quem escreve o texto é o anfitrião. Sabemos que uma bela festa deve contar com vários convidados. Não muitos para sufocar o ambiente, nem poucos de modo a torná-la exageradamente intimista. Uma festa é bacana quando participam pessoas agradáveis, com vivências e perfis variados. Gente inteligente, bonita, atualizada, disposta a “curtir” e compartilhar afinidades e diferenças. Sabemos também que o anfitrião tem o compromisso de receber os convidados e animar a festa, empregando estratégias que favoreçam a interação e o diálogo. No ambiente da monografia, podemos dizer que o anfitrião (pesquisador) tem o dever de convidar diversos autores (fontes citadas) e conduzi-los ao diálogo.
Proponho está metáfora para ilustrar algo que considero necessário à produção científica (especialmente para os iniciantes da pesquisa): promover um olhar mais humanista sobre o trabalho intelectual. Livros (e o conhecimento aparentemente “contido” neles) não são objetos absolutos e delimitados pela quantidade de páginas, são antes manifestações humanas, provenientes de vivências contextuais repletas de virtudes e vícios. Manifestações que se projetam para além do limites de tempo e espaço do autor e do leitor. Por mais qualificada, não existe fonte ou doutrina (leia-se: autor) imune a inflexões de sua época, ideologias, parcialidades ou equívocos.
Ler é sempre um diálogo entre o leitor e o autor. Também a produção textual, a partir de uma revisão bibliográfica, é sempre uma oportunidade para estabelecer o diálogo entre autores de diferentes tempos e lugares, e destes com o escritor. Por esta razão reconheço a importância de indicar as fontes de pesquisa. Não para prevenir o plágio (mesmo porque, a bricolagem ardilosa das fontes não é um fenômeno involuntário), nem tão pouco representa apenas uma questão de legitimidade do argumento. Indicar as fontes é, sobre tudo, uma conduta solidária e inclusiva que garante, ao leitor, o contato (leia-se, diálogo) com os diversos olhares que compõem a tecitura de um trabalho de pesquisa.
Prof. Alejandro Knaesel Arrabal
Foto: www.dreamstime.com

8 de abril de 2015

[Artigo] Comunicação científica e cultura visual: desafios para a publicação de periódicos on-line

Tipo:
Artigo publicado em revista científica
Lumina
ISSN 1981-4070
(Consulte Qualis aqui)
Título:
Comunicação científica e cultura visual: desafios para a publicação de periódicos on-line
Autoras:
GRUSZYNSKI, Ana Cláudia (Lattes)
CASTEDO, Raquel da Silva (Lattes)
Resumo: 
"A produção editorial de periódicos científicos eletrônicos na contemporaneidade revela as tensões existentes entre o tradicional mundo impresso, com limites físicos de informação, e o espaço online como um contínuo informativo. O presente artigo discute de que modo a forma gráfica desses periódicos vem se alterando tendo em vista sua circulação e acesso na Internet e de que maneira seu formato se relaciona com valores consolidados pela comunidade científica. Para tanto, aborda a relação entre as formas da escrita e seus suportes, bem como o papel da imagem na ciência. "
Palavras-chave:
Comunicação Científica. Revistas Científicas On-line. Imagem.
Referência:
GRUSZYNSKI, Ana Cláudia; CASTEDO, Raquel da Silva. Comunicação científica e cultura visual: desafios para a publicação de periódicos. Lumina, v. 2, n. 2, p. 1-15, dez. 2008. Disponível em: <http://lumina.ufjf.emnuvens.com.br/lumina/article/view/167/162>. Acesso em: 2 abr. 2015.

7 de abril de 2015

[Livro] Pesquisar no labirinto: a tese, um desafio possível

Título:
Pesquisar no labirinto: a tese, um desafio possível

Autor:
Francisco Perujo Serrano (LinkedIn)

Editora:
Parábola Editorial

Edição:
2011

ISBN:
9788579340352

Sinopse:
"Pesquisar no labirinto – a tese, um desafio possível dá resposta às perguntas mais fundamentais feitas por quem se decide a assumir o desafio de uma pesquisa em nível de doutorado. Os leitores encontrarão neste livro: – um panorama geral do que é e de como se faz pesquisa científica; – as particularidades da tese de doutorado; – um decálogo básico para seguir durante a elaboração da tese; – a especificação das partes em que se deve estruturar todo projeto de pesquisa. Levando em consideração que pesquisa não se improvisa, mas se planeja, com esse livro pretendemos facilitar o esforço de todas as pessoas que se lançam ao desafio de elaborar uma tese de doutorado e que, muito frequentemente, se sentem perdidas, desorientadas no meio de um labirinto que nunca acaba e que, muito frequentemente, parece não levar a lugar nenhum. Esse livro vai se tornar um aliado indispensável de todos os doutorandos, de todas as doutorandas. Escrito com uma linguagem clara e ágil, vai ajudá-los a coroar com um 'provada, por unanimidade, com louvor e distinção', a defesa de sua tese de doutorado."

Mais informações:
www.parabolaeditorial.com.br
Referência:
SERRANO, Francisco Perujo. Pesquisar no labirinto: a tese, um desafio possível. São Paulo: Parábola Editorial, 2011.

3 de abril de 2015

[Vídeo] O valor da mudança com Viviane Mosé

Considerando a escola como ponto central de reflexão, a filósofa Viviane Mosé aborda a questão dos limites da razão, da ciência e da tecnologia frente a necessidade de uma radical mudança de pensamento que permita lidar com a complexidade do mundo atual.

28 de março de 2015