[Livro E-Book] Ciência aberta, questões abertas

Título:
Ciência aberta, questões abertas

Organizadores:
Sarita Albagli (Lattes)
Maria Lucia Maciel (Lattes)
Alexandre Hannud Abdo (Lattes)

Editora:
IBICT; UNIRIO

Edição:
2015

ISBN:
9788570131096

Sinopse:
"Este livro reúne contribuições de pesquisadores de diferentes áreas e países, incluindo o Brasil, com significativa atuação e reflexão no campo da ciência aberta e colaborativa. O tema da ciência aberta ganha espaço não apenas nos ambientes institucionais de ciência, tecnologia e inovação, como também em outros contextos até então à parte dessas atividades, mobilizando outros grupos sociais como interlocutores das práticas científicas. As transformações nas relações entre ciência, tecnologia e sociedade daí decorrentes integram, por sua vez, novas dinâmicas de produção e circulação do conhecimento, da informação e da cultura, bem como o novo papel que essas dinâmicas desempenham nos processos contemporâneos de participação e mudança social. Espera-se que esta publicação contribua para apresentar um panorama de temas e questões que hoje permeiam e delineiam a temática da ciência aberta, a partir de perspectivas e pontos de vista diversos; e, sobretudo, para instigar novas reflexões e provocar novas aberturas nas formas de produzir e circular conhecimento. [...]"

Download:
http://livroaberto.ibict.br/handle/1/1060

Referência:
ALBAGLI, Sarita; MACIEL, Maria Lucia; ABDO, Alexandre Hannud (Orgs.). Ciência aberta, questões abertas. Brasília: IBICT; Rio de Janeiro: UNIRIO, 2015.

18 de junho de 2016

Existe diferença entre busca e pesquisa na Internet?

Imagine que você vai adquirir um novo computador já que o velho “pifou”. O mercado oferece inúmeras marcas, modelos e configurações. Surge a dúvida: qual computador comprar? Há quem diga existir apenas uma resposta para esta pergunta: compre o melhor equipamento que o bolso possa alcançar. Particularmente não concordo com esta visão, mas admito: não deixa de ser um critério. Um tanto amplo, é verdade! Afinal, há computadores disponíveis em uma escala de valores que vai de R$ 1.000,00 para além de R$ 10.000,00. Considerando esta situação hipotética há, pelo menos, duas possibilidades de ação:
a) Pesquisar a melhor opção a partir dos seguintes procedimentos: elaborar uma lista de necessidades e preferências em relação ao equipamento, por ordem de prioridade; realizar um levantamento de informações sobre as tecnologias disponíveis no mercado considerando as variáveis “desempenho”, “durabilidade”, “conectividade” e “capacidade de armazenamento”; por fim, tabular todas as informações obtidas, estabelecendo um cruzamento quali e quantitativo a partir das preferências e necessidades previamente eleitas. O resultado será um panorama que permitirá uma tomada de decisão mais assertiva.
b) Buscar a uma “resposta pronta” que aponte a “melhor opção” em sites especializados, ou pedir a opinião de alguém no Yahoo respostas, ou, ainda, render-se às sugestões do vendedor da loja mais próxima.
Percebeu a diferença? A pesquisa representa uma tarefa que demanda postura ativa, construtiva e criteriosa pois implica na formulação de conhecimentos consistentes. A busca é uma tarefa que tende a ser passiva, reprodutiva e desprovida de critérios já que limita-se à mera apropriação de informes sobre saberes disponíveis, sejam estes atuais ou não, verossímeis ou falsos. Ao buscar informações por meio de plataformas como Google, Bing ou Yahoo, por exemplo, não se está necessariamente pesquisando.
A pesquisa representa um conjunto amplo de atividades que exigem planejamento e tempo. Certamente a Internet fornece recursos fantásticos para realizar buscas sobre informações diversas. Afinal, trata-se de uma plataforma mediadora de comunicação que rompeu com as barreiras tradicionais de tempo e espaço. Mas isto não significa que a pesquisa tornou-se uma tarefa mais (ou menos) fácil.
Mudanças ocorreram (e continuarão ocorrendo) sim, seja em relação aos meios de publicação e acesso à informação, ou aos modos de comunicação e relacionamento sociais. Neste contexto emergiram facilidades e práticas inéditas. Mas a pesquisa demanda planejamento, definição/identificação de critérios e variáveis, leitura atenta, entre tantas outras atividades que, mesmo mediadas e instrumentalizadas tecnologicamente, não podem ser abolidas sob pena de comprometer a emergência do pensamento crítico e criativo.
Prof. Alejandro Knaesel Arrabal

26 de maio de 2016

[Livro] A crítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência

Título:
A crítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência

Autor:
Boaventura de Sousa Santos (Página pessoal)

Editoras:
Cortez

Edição:
2009 (7. ed)

ISBN:
9788524907388

Sinopse:
"Este livro desenvolve epistemologias e teorias sociais que combatam a proliferação da razão cínica, que alimentem o inconformismo contra a injustiça e a opressão e que permitam reinventar os caminhos da emancipação social."
Mais informações:
www.cortezeditora.com.br
Referência:
SANTOS, Boaventura de Sousa. A crítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2009.

15 de maio de 2016

[Artigo] A ciência como forma de conhecimento

Tipo:
Artigo publicado em revista científica
Ciências & Cognição
ISSN 1806-5821
(Consulte Qualis aqui)
Título:
A ciência como forma de conhecimento
Autor:
Carlos Alberto Ávila Araújo (Lattes)
Resumo: 
"Analisa-se as particularidades da ciência enquanto forma de conhecimento, a partir da distinção em relação a outras formas como o senso comum, a religião, a arte, a filosofia e a ideologia. A seguir, define-se o conhecimento científico e são vistos os autores que promovem sua fundamentação: Descartes, Bacon e Galileu. Discute-se ainda as particularidades da ciência no contexto contemporâneo da pós-modernidade, com destaque para os estudos que têm a ciência por objeto de problematização."
Palavras-chave: 
Ciência. Formas de conhecimento. Pós-modernidade.
Referência:
ARAUJO, Carlos Alberto Ávila. A ciência como forma de conhecimento. Ciências & Cognição, Rio de Janeiro , v. 8, p. 127-142, ago. 2006 . Disponível em:  <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1806-58212006000200014&script=sci_arttext>. Acesso em: 2 maio 2016. 

3 de maio de 2016

Prática da Pesquisa conquista o 3º lugar no concurso Top Blog 2015/1016

Com muita satisfação informo que o blog Prática da Pesquisa obteve o 3º lugar no concurso Top Blog 2015/1016 na categoria Educação. O resultado foi divulgado dia 20 de abril. É o terceiro ano que o blog conquista posição de destaque neste concurso. Com a colaboração do público, o terceiro e segundo lugar foram obtidos nas edições de 2011 e 2013/14, respectivamente. Desta vez o terceiro lugar foi conquistado a partir da avaliação do júri técnico. Quero reiterar meus sinceros agradecimentos a todos que valorizam e incentivam o desenvolvimento deste trabalho.
Prof. Alejandro Knaesel Arrabal


 

1 de maio de 2016

[Livro E-Book] Pensamento e objeto: a conexão entre linguagem e realidade

Título:
Pensamento e objeto: a conexão entre linguagem e realidade

Autor:
Breno Hax (Lattes)

Editora:
Nepfil

Edição:
2016

ISBN:
9788567332338

Sinopse (parte da introdução):
"Somos capazes de pensar sobre a realidade. Exploro neste livro as conseqüências deste fato. Defendo que o pensar sobre uma entidade existente instaura uma relação genuína entre o pensante e aquela entidade. [...] O percurso deste livro começa com a discussão do pensar e sua conexão com seu tema. Uso a metafísica das condições e apresentações para iluminar a atividade de identificar algo e, finalmente, para elucidar o designar. Minha proposta sobre identificação e ancoragem do pensar ocupa do capítulo 1 ao 5. Nessa rota, elaboro minha concepção da metafísica das palavras e imagens. Dos capítulos 6 a 10, apresento a estrutura metafísica pressuposta pela proposta sobre designação defendida previamente. O capítulo 6 é um exercício de metafísica em que discuto o que são objetos e espécies. Avanço um argumento para defender que espécies são entidades genuínas. O capítulo 7 examina o comprometimento da linguagem comum com espécies de objetos materiais e espécies de matéria. O capítulo 8 expõe a tese metafísica de que possuímos um entendimento básico da realidade. A seção 9 trata da atividade de reidentificação tal como o entendimento básico a concebe. O capítulo 10 expõe minha proposta acerca da natureza dos conceitos filosóficos fundamentais e de nossa capacidade de ser competentes em seu uso. [...] "

Download:
http://nepfil.ufpel.edu.br/dissertatio/acervo-17.php

Referência:
HAX, Breno. Pensamento e objeto: a conexão entre linguagem e realidade. Pelotas: NEPFIL online, 2016.

27 de abril de 2016

[Artigo] A e-science e as novas práticas de produção colaborativa de conhecimento científico

Tipo:
Artigo publicado em revista científica
Revista Internacional de Ciencia y Sociedad
ISSN 2340-9991
(Consulte Qualis aqui)
Título:
A e-science e as novas práticas de produção colaborativa de conhecimento científico
Autor:
Andre Luiz Appel (Lattes)
Maria Lucia Maciel (Lattes)
Sarita Albagli (Lattes)
Resumo: 
"Contempla uma análise da relação entre novas práticas de produção colaborativa de conhecimento científico e o desenvolvimento e uso de plataformas tecnológicas de amparo ao compartilhamento de dados, movimento conhecido como e-Science, levando-se em consideração as diferentes visões, perspectivas e interesses dos atores atuantes nessas práticas, suas opções de uso e adesão às plataformas de pesquisa de e-Science e as definições quanto aos direitos de acesso e uso dos dados e resultados de pesquisa em tais práticas. O trabalho metodológico envolveu pesquisa e análise documental e bibliográfica, além de estudo empírico, com a realização de entrevistas, com pesquisadores e especialistas brasileiros atuantes em colaborações junto ao Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire (CERN). Dentre os principais resultados e considerações estão: (a) a percepção do papel da governança nas formas de organização dos atores e dos grupos de pesquisa para viabilizar a colaboração como uma dimensão significativa no contexto da e-Science; (b) as implicações referentes às condições de financiamento à pesquisa; (c) o novo papel dos dados como ativos importantes nos processos de produção de ciência, e (d) como isso afeta as estruturas de avaliação e mensuração de resultados da pesquisa nesses processos. Em linhas gerais, verificou-se que, mais do que as questões de ordem técnica e tecnológica, são as condições institucionais e culturais que mais interferem nas possíveis novas formas de colaboração científica em torno da e-Science."
Palavras-chave: 
E-Science. Uso intensivo de dados. Pesquisa colaborativa.
Referência:
APPEL, Andre Luiz; MACIEL, Maria Lucia; ALBAGLI, Sarita. A e-science e as novas práticas de produção colaborativa de conhecimento científico. Revista Internacional de Ciencia y Sociedad, Espanha, v. 3, n. 1, p. 41-52, 2016. Disponível em: <http://revistas.commonground-es.com/index.php/cienciaysoc/article/view/470>. Acesso em: 20 abr. 2016.

21 de abril de 2016