[Artigo] A ciência e sua constituição na modernidade: possibilidades para pensar o presente

Tipo:
Artigo publicado em revista científica
Revista Percursos
ISSN 1984-7246
(Consulte Qualis aqui)
Título:
A ciência e sua constituição na modernidade: possibilidades para pensar o presente
Autores:
HENNING, Paula Corrêa (Lattes)
CHASSOT, Attico Inácio (Lattes)
Resumo:
"O artigo busca problematizar a história das ciências, especialmente o ethos da Modernidade e Pós-modernidade. Para isso, utiliza autores que se anteciparam à Pós-modernidade como Friedrich Nietzsche e Michel Foucault. Na esteira dessa discussão busca uma problematização acerca da Ciência nos rastros da Modernidade e algumas fissuras e fragilidades produzidas na ciência num cenário contemporâneo. Apresenta ainda alguns discursos midiáticos acerca de propagandas televisivas que trazem o discurso científico como legítimo e inabalável. Traz para o campo de discussão uma ciência alegre, como aprendemos com Nietzsche ou prosaica por vezes, anunciando o riso e a sabedoria na produção do conhecimento científico."
Palavras-chave:
Ciência. Modernidade. Pós-modernidade.
Referência:
HENNING, Paula Corrêa; CHASSOT, Attico Inácio. A ciência e sua constituição na modernidade: possibilidades para pensar o presente. Revista Percursos, Florianópolis, v. 12, n. 1, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://www.revistas.udesc.br/index.php/percursos/article/view/1870/1751>. Acesso em: 23 out. 2014.

25 de outubro de 2014

[Livro] Tudo é relativo: e outras fábulas da ciência e tecnologia

Título:
Tudo é relativo: e outras fábulas da ciência e tecnologia

Autor:
Tony Rothman

Editora:
Editora Difel (Grupo Record)

Edição:
2005

ISBN:
978857432064-9

Sinopse:
"Morse inventou o telégrafo, Bell o telefone, e Edison a lâmpada... ou isso é que somos levados a pensar. Em uma disciplina tão enraizada em dados empíricos, surpreendemo-nos ao descobrir como a história da ciência pode estar tão cheia de apócrifos, incorreções e falsidades flagrantes. Em Tudo é relativo, o escritor e físico Tony Rothman corrige esses enganos de uma vez por todas, dando crédito àqueles que o merecem ao pôr fim a séculos de crenças mantidas ao longo da ilustre, mas ainda sim distorcida, história da ciência e tecnologia. Combinando o talento de um contador de histórias com a lucidez de um cientista, Tony Rothman examina muitas das mais famosas histórias da física, astronomia, química, biologia e tecnologia. Cada um dos instigantes relatos revela claramente que descobertas originais são a exceção, em vez da regra. Descobertas quase sempre ocorrem simultaneamente ou são aprimoramentos de criações de outros, geralmente sem o reconhecimento do verdadeiro inventor. Quem realmente descobriu o planeta Netuno? O pacato e modesto britânico John Couch Adams ou o arrogante e gabola cientista francês Urbain Lê Verrier? Ou será que a descoberta de Netuno foi apenas uma fantástica coincidência? Tudo é relativo conta as histórias fascinantes cuja verdade parece ainda mais estranha do que a ficção por trás desta e de muitas outras descobertas e avanços científicos."

Mais informações:
http://www.record.com.br

23 de outubro de 2014

[Charge] Escrever é fácil!

19 de outubro de 2014

Já ouviu falar em "robôs cientistas"?

"Nenhum pesquisador consegue mais ler todos os artigos científicos que são publicados em sua área de especialização. Mas as máquinas conseguem. E elas já começaram a fazer descobertas por contra própria graças à mineração de dados - mais especificamente, da mineração na literatura científica. A primeira descoberta científica feita por um robô foi anunciada em 2009.
Desta vez um supercomputador classe Watson, da IBM, fornecido à Universidade de Baylor, nos Estados Unidos, leu 100.000 artigos em 2 horas e descobriu escondidas nos dados informações completamente novas no campo da biologia. Chamado KnIT (Knowledge Integration Toolkit), o supercomputador é um de um conjunto crescente de equipamentos que estão tentando tirar o máximo proveito das pesquisas científicas - sem ajuda dos cientistas.
O programa que roda no KnIT não lê os artigos como um cientista o faria - isso levaria uma vida. Em vez disso, ele varreu os textos em busca de informações sobre uma proteína chamada p53 e de uma classe de enzimas que podem interagir com ela, chamadas quinases. Também conhecida como "a guardiã do genoma", a p53 suprime tumores em seres humanos.
Para validar os algoritmos, o sistema analisou inicialmente artigos publicados até 2003. Nessa literatura ele identificou sete das nove quinases que seriam descobertas ao longo dos 10 anos seguintes. Mais importante, ele também descobriu o que pareciam ser duas quinases p53 desconhecidas para a ciência. Exames laboratoriais preliminares feitos a seguir confirmaram as conclusões, embora a equipe ainda pretenda repetir os experimentos para ter certeza."
Confira a matéria completa no site Inovação Tecnológica

18 de outubro de 2014

Seleção de artigos indicados – Prática da Pesquisa - Vol. III

Esta é a terceira seleção, em ordem alfabética (por autor) dos artigos e textos indicados no blog Prática da Pesquisa, durante o ano de 2012.
ARAGÃO, Elisabeth Maria; BARROS, Maria Elisabeth Barros de; OLIVEIRA, Sonia Pinto de. Falando de metodologia de pesquisa.
BELEI, Renata Aparecida Belei; GIMENIZ-PASCHOAL, Sandra Regina; NASCIMENTO, Edinalva Neves; MATSUMOTO, Patrícia Helena Vivan Ribeiro. O uso de entrevista, observação e videogravação em pesquisa qualitativa.
CORTES, Gerenice Ribeiro de Oliveira. Dialogismo e alteridade no discurso científico.
FERREIRA, Aline de Alessio; NEUBHAHER, Berenice; REIS, Elizabeth; GOMES, Marcos da Silva.  Avaliação de periódicos científicos on-line na área do direito.
LAROCCA, Priscila; ROSSO, Ademir José; SOUZA, Audrey Pietrobelli de. A formulação dos objetivos de pesquisa na pós-graduação em Educação: uma discussão necessária.
ROCHA-TRINDADE, Maria Beatriz. Mediatização do discurso científico.
RODRIGUES, Mara Eliane Fonseca; LIMA, Márcia H.T. de Figueiredo; GARCIA, Márcia Japor de Oliveira. A normalização no contexto da comunicação científica.
SANTOS, Raimundo Nonato Macedo dos. Produção científica: por que medir? o que medir?
SILVA, Vanessa Souza da. Ciência moderna: quem vai pagar a conta.
TUNES, Elizabeth; MELO, Joana Silveira de; MENEZES, Deise Matos. A atividade de formular problema de pesquisa.
VILAÇA, Márcio Luiz Corrêa.  Pesquisa e ensino: considerações e reflexões.

15 de outubro de 2014

[Artigo] Ciências e possibilidades de melhoria nas concepções de vida e convivência

Tipo:
Artigo publicado em revista científica
Revista Espaço Pedagógico
ISSN 2238-0302
(Consulte Qualis aqui)
Título:
Ciências e possibilidades de melhoria nas concepções de vida e convivência
Autores:
WATTE, Cleidiana (Lattes)
STRIEDER, Roque (Lattes)
Resumo:
"O trabalho tem como objetivo refletir sobre implicações da ciência clássica nas formas de viver, de se relacionar e de aprender. Nesse sentido, a problemática da reflexão gira em torno da questão: como e por que, diante do desenvolvimento tecnocientífico, tão exuberante, persistimos com a indiferença e a insensibilidade para com os seres humanos e o que a educação tem a ver com isso? Refletimos sobre possibilidades de fazer ciência, nascidas na física quântica e nas biociências e suas contribuições para a humanidade, capazes de redimensionar limites e procedimentos desse fazer ciência, com abrangência e validade humana. No momento de maior flexibilidade no campo científico, concepções diferentes começam a habitar nossos espaços de convivência, ensino e aprendizagem. Abrem perspectivas de ampliação e melhorias da convivência humana para consigo mesma e para com a natureza, porque contribuem para maior abertura na educação e nas aprendizagens. No desejo de reinterpretar nosso ser e estar no mundo, nossos jeitos de explicar e conhecer, explicamo-nos e conhecemo-nos melhor. Inserir educador e educando no processo das explicações, da aprendizagem e da construção de conhecimentos, permite conhecer e entender nosso modo particular de estar no mundo. Ao semear a concepção de interdependência entre ciência e ser humano, entre ser humano e natureza, entre ser humano para com outros seres humanos, entre a individualidade e a diversidade, as visões míopes, produzidas pela fragmentação, desocuparão seus lugares de destaque. Teremos então, como ensonhamos, fronteiras abertas para estados de paz e de reencontro para convivências no amar."
Palavras-chave:
Amar. Ciência. Educação. Estados de paz.
Referência:
WATTE, Cleidiana Watte; STRIEDER, Roque. Ciências e possibilidades de melhoria nas concepções de vida e convivência. Revista Espaço Pedagógico, Passo Fundo, v. 19, n. 2, p. 325-340, jul./dez. 2012. Disponível em: <http://www.upf.br/seer/index.php/rep/article/view/3148/2135>. Acesso em: 13 out. 2014.

13 de outubro de 2014