[Livro] Outras palavras sobre autoria e plágio

Título:
Outras palavras sobre autoria e plágio

Autor:
Marcelo Krokoscz (Lattes)

Editoras:
Atlas

Edição:
2015

ISBN:
9788522497324

Sinopse:
"O Professor Krokoscz aprofunda em segunda obra as investigações sobre o fenômeno conhecido como plágio, agora focalizando as responsabilidades patrimoniais e morais de autores de obras científicas e literárias. Numa época de transição de práticas e valores. [...] Este livro complementa a obra anterior do mesmo autor, trazendo contribuições teóricas para a reflexão sobre a autoria e o plágio acadêmico numa perspectiva atual e inovadora. É recomendado principalmente para pesquisadores acadêmicos da área científica, mas também pode ser do interesse de profissionais ligados à área jurídica e linguística. É que o conceito de plágio adotado na atualidade resulta da Lei de Direitos Autorais surgida em 1710 na Inglaterra como consequência da revolução editorial da Imprensa."
Mais informações:
www.grupogen.com.br
Referência:
KROKOSCZ, Marcelo. Outras palavras sobre autoria e plágio. São Paulo: Atlas, 2015.

22 de agosto de 2016

[Infográfico] Schopenhauer

Clique na Imagem para acessar a versão ampliada
Confira este ótimo infográfico elaborado por Juan Salamanca, que traz uma síntese da "vida e obra", "influências", "rivalidades" e "seguidores" de Arthur Schopenhauer.

11 de julho de 2016

[Artigo] A questão do conhecimento e da verdade em Michel Foucault: uma leitura a partir do perspectivismo

Tipo:
Artigo publicado em revista científica
Ágora Filosófica
ISSN 1982-999X
(Consulte Qualis aqui)
Título:
A questão do conhecimento e da verdade em Michel Foucault: uma leitura a partir do perspectivismo
Autor:
Stéfano Gonçalves Regis Toscano (Lattes)
Danilo José Viana da Silva (Lattes)
Resumo: 
"Este artigo consiste em uma investigação acerca do problema da verdade e do conhecimento segundo as análises de Michel Foucault. Tomando, como ponto de referência inicial, algumas questões, postas na série de palestras intituladas "A Verdade e as Formas Jurídicas" procurou-se, por meio de pesquisa bibliográfica, analisar como Foucault concebe a problematização do conhecimento, a relação sujeito-objeto, os enlaces entre procedimentos de conhecimento e procedimentos de dominação e a influência de Nietzsche para a compreensão dessas questões. Nesse plano, tentou-se defender que as hipóteses de Foucault coadunam-se com o que se convencionou denominar em termos nietzscheanos de perspectivismo ou, em outros termos, de que o conhecimento é a resultante do embate de perspectivas. Finalmente, vale ressaltar que, em face da necessidade de delimitação, buscou-se apresentar tal interpretação enfatizando a dimensão negativa do perspectivismo, logo, como crítica do conhecimento e da verdade."
Palavras-chave: 
Verdade. Poder. Perspectivismo. Michel Foucault.
Referência:
TOSCANO, Stéfano Gonçalves Regis; SILVA, Danilo José Viana da. A questão do conhecimento e da verdade em Michel Foucault: uma leitura a partir do perspectivismo. Ágora Filosófica, Pernambuco , ano 15, v. 1, n. 1, p. 195-213, jan./jun. 2015 . Disponível em:  <http://www.unicap.br/ojs//index.php/agora/article/view/632>. Acesso em: 1 jul. 2016. 

10 de julho de 2016

Traje adequado para a apresentação perante banca

Creio que a comunicação não é privilégio das palavras. Ela também acontece por meio da entonação e do ritmo da voz, dos gestos, do olhar e da postura corporal. Neste sentido, é evidente que o traje representa um elemento da comunicação que não pode ser desprezado.
Adequação é um aspecto do Trabalho de Conclusão de Curso que caminha do texto à expressão corporal. Adequado não é simplesmente o que convém. Significa algo alinhado, em harmonia com um determinado contexto.
Nestes tempos marcados pelo signo da Inovação, muitos procuram fazer diferente. Ocorre que, para inovar, seja durante a pesquisa ou na sua apresentação, é preciso construir um horizonte de sentido. Não se inova simplesmente por “inovar”.
Sabe-se que o Trabalho de Conclusão precisa evidenciar argumentos consistentes em relação à estrutura e fundamentação. A comunicação verbal, em sintonia com o texto e o perfil do orador, precisa ser clara, segura e objetiva. No corpo, vestes confortáveis que expressem discrição e elegância, sem exageros. Trajes despojados ao extremo comprometem. Elimine tudo que provoque mais atenção do que a mensagem. A ideia é somar (e não sobrepor) ao conjunto da obra. Para mais informações sobre a apresentação perante banca, recomendo a consulta deste link: http://goo.gl/GmXAtH
Prof. Alejandro Knaesel Arrabal
Imagem:  www.pixabay.com

3 de julho de 2016

[Livro E-Book] Ciência aberta, questões abertas

Título:
Ciência aberta, questões abertas

Organizadores:
Sarita Albagli (Lattes)
Maria Lucia Maciel (Lattes)
Alexandre Hannud Abdo (Lattes)

Editora:
IBICT; UNIRIO

Edição:
2015

ISBN:
9788570131096

Sinopse:
"Este livro reúne contribuições de pesquisadores de diferentes áreas e países, incluindo o Brasil, com significativa atuação e reflexão no campo da ciência aberta e colaborativa. O tema da ciência aberta ganha espaço não apenas nos ambientes institucionais de ciência, tecnologia e inovação, como também em outros contextos até então à parte dessas atividades, mobilizando outros grupos sociais como interlocutores das práticas científicas. As transformações nas relações entre ciência, tecnologia e sociedade daí decorrentes integram, por sua vez, novas dinâmicas de produção e circulação do conhecimento, da informação e da cultura, bem como o novo papel que essas dinâmicas desempenham nos processos contemporâneos de participação e mudança social. Espera-se que esta publicação contribua para apresentar um panorama de temas e questões que hoje permeiam e delineiam a temática da ciência aberta, a partir de perspectivas e pontos de vista diversos; e, sobretudo, para instigar novas reflexões e provocar novas aberturas nas formas de produzir e circular conhecimento. [...]"

Download:
http://livroaberto.ibict.br/handle/1/1060

Referência:
ALBAGLI, Sarita; MACIEL, Maria Lucia; ABDO, Alexandre Hannud (Orgs.). Ciência aberta, questões abertas. Brasília: IBICT; Rio de Janeiro: UNIRIO, 2015.

18 de junho de 2016

Existe diferença entre busca e pesquisa na Internet?

Imagine que você vai adquirir um novo computador já que o velho “pifou”. O mercado oferece inúmeras marcas, modelos e configurações. Surge a dúvida: qual computador comprar? Há quem diga existir apenas uma resposta para esta pergunta: compre o melhor equipamento que o bolso possa alcançar. Particularmente não concordo com esta visão, mas admito: não deixa de ser um critério. Um tanto amplo, é verdade! Afinal, há computadores disponíveis em uma escala de valores que vai de R$ 1.000,00 para além de R$ 10.000,00. Considerando esta situação hipotética há, pelo menos, duas possibilidades de ação:
a) Pesquisar a melhor opção a partir dos seguintes procedimentos: elaborar uma lista de necessidades e preferências em relação ao equipamento, por ordem de prioridade; realizar um levantamento de informações sobre as tecnologias disponíveis no mercado considerando as variáveis “desempenho”, “durabilidade”, “conectividade” e “capacidade de armazenamento”; por fim, tabular todas as informações obtidas, estabelecendo um cruzamento quali e quantitativo a partir das preferências e necessidades previamente eleitas. O resultado será um panorama que permitirá uma tomada de decisão mais assertiva.
b) Buscar a uma “resposta pronta” que aponte a “melhor opção” em sites especializados, ou pedir a opinião de alguém no Yahoo respostas, ou, ainda, render-se às sugestões do vendedor da loja mais próxima.
Percebeu a diferença? A pesquisa representa uma tarefa que demanda postura ativa, construtiva e criteriosa pois implica na formulação de conhecimentos consistentes. A busca é uma tarefa que tende a ser passiva, reprodutiva e desprovida de critérios já que limita-se à mera apropriação de informes sobre saberes disponíveis, sejam estes atuais ou não, verossímeis ou falsos. Ao buscar informações por meio de plataformas como Google, Bing ou Yahoo, por exemplo, não se está necessariamente pesquisando.
A pesquisa representa um conjunto amplo de atividades que exigem planejamento e tempo. Certamente a Internet fornece recursos fantásticos para realizar buscas sobre informações diversas. Afinal, trata-se de uma plataforma mediadora de comunicação que rompeu com as barreiras tradicionais de tempo e espaço. Mas isto não significa que a pesquisa tornou-se uma tarefa mais (ou menos) fácil.
Mudanças ocorreram (e continuarão ocorrendo) sim, seja em relação aos meios de publicação e acesso à informação, ou aos modos de comunicação e relacionamento sociais. Neste contexto emergiram facilidades e práticas inéditas. Mas a pesquisa demanda planejamento, definição/identificação de critérios e variáveis, leitura atenta, entre tantas outras atividades que, mesmo mediadas e instrumentalizadas tecnologicamente, não podem ser abolidas sob pena de comprometer a emergência do pensamento crítico e criativo.
Prof. Alejandro Knaesel Arrabal

26 de maio de 2016

[Livro] A crítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência

Título:
A crítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência

Autor:
Boaventura de Sousa Santos (Página pessoal)

Editoras:
Cortez

Edição:
2009 (7. ed)

ISBN:
9788524907388

Sinopse:
"Este livro desenvolve epistemologias e teorias sociais que combatam a proliferação da razão cínica, que alimentem o inconformismo contra a injustiça e a opressão e que permitam reinventar os caminhos da emancipação social."
Mais informações:
www.cortezeditora.com.br
Referência:
SANTOS, Boaventura de Sousa. A crítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2009.

15 de maio de 2016