[Livro] Medo do conhecimento: contra o relativismo e o construtivismo

Título:
Medo do conhecimento: contra o relativismo e o construtivismo

Autor:
Paul Boghossian (Página pessoal)

Editoras:
Senac

Edição:
2012

ISBN:
978853960245-2

Sinopse:
"É possível que o conhecimento formulado sobre os objetos do mundo, ou a própria concepção do que é o mundo, esteja condicio¬nado inexoravelmente à construção social? E, tendo em vista que as construções variam para cada cultura, o conhecimento construído por uma sociedade é tão igualmente válido quanto todos os outros elaborados pelas diferentes comunidades humanas? Por outro lado, haverá uma verdade indubitável que não esteja submetida aos ditames do relativismo e do construtivismo? O senso comum, mais intuitivo, da percepção da realidade ocupa algum lugar na perspectiva filosófica ou científica? Medo do conhecimento: contra o relativismo e o construtivismo propõe-se a discutir exatamente essas teorias que acabam por se transformar em camisas de força na compreensão da realidade."
Mais informações:
www.senac.br
Referência:
BOGHOSSIAN, Paul. Medo do Conhecimento: contra o relativismo e o construtivismo. Trad. Marcos Bagno. São Paulo: Editora Senac, 2012.

4 de fevereiro de 2016

[Artigo] Problemas causados por Gutenberg: a explosão da informação nos primórdios da Europa moderna

Tipo:
Artigo publicado em revista científica
Estudos Avançados
ISSN 1806-9592 
(Consulte Qualis aqui)
Título:
Problemas causados por Gutenberg: a explosão da informação nos primórdios da Europa moderna
Autor:
Peter Burke
Resumo: 
"Gutenberg e a imprensa de há muito vêm sendo celebrados. Desde o século XVI a máquina impressora é descrita como tendo literalmente marcado uma época. Tem sido vista como o símbolo de uma nova era, associada com freqüência à pólvora (outra invenção atribuída aos alemães) e às vezes também à bússola. Francis Bacon vinculava a imprensa ao progresso do conhecimento (o advancement of learning, segundo suas palavras), ao ideal da pansofia e ao sonho utópico de anular as conseqüências do pecado original [...]"
Referência:
BURKE, Peter. Problemas causados por Gutenberg: a explosão da informação nos primórdios da Europa moderna. Estudos Avançados, São Paulo, v. 16, n. 44, p. 173-185, jan./abr., 2002. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/S0103-40142002000100010 >. Acesso em: 29 jan. 2016.

3 de fevereiro de 2016

[Vídeo] Vemos a realidade como ela é?

Clique na imagem para assistir o vídeo
"O cientista cognitivo Donald Hoffman está tentando responder a uma grande questão: Será que experimentamos o mundo como ele realmente é... ou como precisamos que ele seja? Nesta palestra um tanto quanto alucinante, ele reflete sobre como nossas mentes constroem a realidade para nós."
Confira nestes links:
www.ted.com
www.youtube.com

24 de janeiro de 2016

[Livro] Pesquisa em perspectiva: percursos metodológicos na invenção da vida e do conhecimento

Título:
Pesquisa em perspectiva: percursos metodológicos na invenção da vida e do conhecimento

Organizadoras:
Deise Juliana Francisco
Deisimer Gorczevski
Karla Rosane do Amaral Demoly

Editora:
EdUFERSA

Edição:
2014

ISBN:
978856314527-7

Sinopse:
"O livro 'Pesquisa em Perspectiva' surge das inquietações de nossa prática como professoras universitárias que, diariamente, nos dedicamos à prática de pesquisa. Praticar pesquisa implica vivenciar os mais diversos processos, dos científicos e éticos até os institucionais. A invenção cotidiana da pesquisa reivindica a esse substantivo sua face verbal: pesquisar, inventar, problematizar a vida e os modos de produção de conhecimento. Tais formas linguísticas sugerem agentes, os seus sujeitos que, implicados no processo, propõem pensares e fazeres sobre esse fazer. Assim, este livro apresenta as inquietações compartilhadas por uma rede de interlocutores que problematiza o pesquisar (e não só a pesquisa) no contexto acadêmico. A publicação, organizada em duas partes, aborda tanto a pesquisa qualitativa como a quantitativa, propõe diálogos com estudantes e visibiliza preocupações comuns. [...]"
Mais informações:
www.edufersa.ufersa.edu.br
Referência:
FRANCISCO, Deise Juliana; GORCZEVSKI, Deisimer; DEMOLY, Karla Rosane do Amaral (Org.). Pesquisa em perspectiva: percursos metodológicos na invenção da vida e do conhecimento. Mossoró: EdUFERSA, 2014.

22 de janeiro de 2016

Notícias sobre as recentes mudanças no marco jurídico brasileiro da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I)

Segue uma relação de notícias e artigos informativos sobre a recente Lei 13.243, de 11 de janeiro de 2016 que dispõe e altera a legislação sobre estímulos ao desenvolvimento científico, à pesquisa, à capacitação científica e tecnológica e à inovação. O texto foi sancionado em cerimônia realizada no dia 11 de janeiro de 2016 (confira o vídeo).

Agência FAPESP - 19 de janeiro de 2016
Vetos em artigos do novo Marco Legal da CT&I desapontam entidades (Elton Alisson)
Link para o texto

CONJUR – 18 de janeiro de 2016
Emenda da Inovação é diretriz para novo paradigma de governança pública (Marco Marrafon)
Link para o texto

NEXO – 14 de janeiro de 2016
Os cientistas gostaram da nova lei de inovação. Mas há ressalvas (Bruno Lupion)
Link para o texto

EXAME – 12 de janeiro de 2016
Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação é sancionado (Elton Alisson e Claudia Izique)
Link para o texto

PLANALTO - 11 de janeiro de 2016
Presidenta Dilma sanciona novo Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação (Blog do Planalto)
Link para o texto

MCTI - 8 de janeiro de 2016
Sanção do Marco Legal de CT&I e Chamada Universal do CNPq/MCTI para projetos no setor (Ascom do MCTI)
Link para o texto

FINEP - 7 de janeiro de 2016
Dilma sanciona o Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação dia 11, no Planalto
Link para o texto

Complementos:
Tramitação Legislativa - Projeto de Lei da Câmara nº 77, de 2015

Foto: www.pixabay.com

19 de janeiro de 2016

[Artigo] A ciência é masculina? É, sim senhora!...

Tipo:
Artigo publicado em revista científica
Contexto e Educação
ISSN 2179-1309 
(Consulte Qualis aqui)
Título:
A ciência é masculina? É, sim senhora!...
Autora:
Attico Chassot (Lattes)
Resumo: 
"Partindo do princípio de que não somos sociedades machistas por acaso, são analisadas três vertentes que nos constituíram como humanos no mundo ocidental: a grega (os mitos e a Filosofia), a judaica (cosmogonia e a Torá) e a cristã (Apóstolo Paulo e outros doutores da Igreja Cristã). Discute-se as (des)contribuições destas três raízes que nos fizeram assim. A Ciência não é uma exceção e também a Filosofia, a arte, a religião e o esporte evidenciam marcas machistas. [Na Ciência essa análise pode ser feita por muitos indicadores, por exemplo, listagem de prêmios Nobel.] Ao se destacar a presença de algumas mulheres cientistas – Hipátia, Marie Curie, Margareth Mead – se traz duas hipótese para possível superação do machismo na Ciência: uma histórica e outra biológica. O texto quer contribuir para que tenhamos uma sociedade menos desigual quando às diferenças de gênero."
Palavras-chave: 
Ciência masculina. Ciência e gênero. Mulheres na Ciência.
Referência:
CHASSOT, Attico. A ciência é masculina? É, sim senhora!.... Contexto e Educação, Ijuí, v. 11, p. 9-28, jan./dez., 2004. Disponível em: <https://www.revistas.unijui.edu.br/index.php/contextoeducacao/article/view/1130>. Acesso em: 17 jan. 2016.

18 de janeiro de 2016

[Charge] Novela das oito


16 de janeiro de 2016