10º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero

"O Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero - concurso de redações, artigos científicos e projetos pedagógicos na área das relações de gênero, mulheres e feminismos - é uma iniciativa da Secretaria de Políticas para as Mulheres/Presidência da República, do Ministério da Ciência e Tecnologia, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, do Ministério da Educação e da ONU Mulheres. O Prêmio tem como objetivos estimular e fortalecer a reflexão critica e a pesquisa acerca das desigualdades existentes entre homens e mulheres em nosso país, contemplando suas interseções com as abordagens de classe social, geração, raça, etnia e sexualidade no campo dos estudos das relações de gênero, mulheres e feminismos; e sensibilizar a sociedade para tais questões." 

Premiação:
Categoria 1 - “Mestre e Estudante de Doutorado”:
R$ 10 mil para cada uma(um) das(os) 2 (duas/dois) candidatas(os) selecionadas(os).
Categoria 2 - “Graduada (o), Especialista e Estudante de Mestrado”:
R$ 8 mil para cada uma(um) das(os) 2 (duas/dois) candidatas(os) selecionadas(os).
Categoria 3 - “Estudante de Graduação”:
R$ 5 mil para cada uma(um) das(os) 2 (duas/dois) candidatas(os) selecionadas(os).

Inscrições:
Até 18 de março de 2015.

Informações:
http://www.igualdadedegenero.cnpq.br/igualdade.html

4 de março de 2015

[Artigo] Ciência e magia na idade média: fusão ou dicotomia?

Tipo:
Artigo publicado em revista científica
Labirinto
ISSN 1519-6674
(Consulte Qualis aqui)
Título:
Ciência e magia na idade média: fusão ou dicotomia?
Autor:
PINHEIRO, Mirtes Emília (Lattes)
Resumo: 
"Separar ou juntar ciência e magia na Idade Média não é uma tarefa fácil. Assim, partimos do pressuposto que a magia esteja conectada à realidade humana desde seus primórdios e sua utilidade visa uma conexão do homem com as forças da natureza, no intuito de utilizá-las ou manipulá-las em prol da realização de seus desejos e vontades. Quanto ao conceito de ciência, embora apresente uma gama variada de definições, optamos por considerá-la como conhecimentos humanos avaliados no seu todo, segundo a sua natureza e progresso. Poder-se-ia dizer que a magia foi uma precursora da ciência empírica. Tanto os sacerdotes cristãos quanto os pagãos desejavam controlar as forças da natureza, no entanto, diante da impetuosidade dela, se conscientizavam de sua incapacidade de fazê-lo. Podia-se fazer oferenda aos deuses pagãos ou ao Deus uno dos cristãos, mas frente a uma situação calamitosa era difícil conter os fenômenos naturais, vistos em muitas ocasiões como castigos impostos aos homens. Em parte os rituais mágicos eram feitos para aliviar o sentimento de vulnerabilidade, quando ficavam à mercê das fatalidades que eventualmente os acometiam."
Palavras-chave:
Ciência. Magia. Idade Média.
Referência:
PINHEIRO, Mirtes Emília. Ciência e magia na idade média: fusão ou dicotomia? Labirinto, Porto Velho-RO, ano XIV, v. 20, p. 138-148, 2014. Disponível em: <http://www.periodicos.unir.br/index.php/LABIRINTO/article/view/1085>. Acesso em: 28 fev. 2015.

Teoria e Prática: mundos diferentes?

Prof. Alejandro Knaesel Arrabal
É provável que você já ouviu ou até mesmo já afirmou que: “Teoria é uma coisa, a prática é outra!” Normalmente reconhecemos a teoria como o universo dos livros, manuais, aulas, discursos ou qualquer outra forma de descrição (explicação ou idealização) do mundo. Por prática entendemos as ações concretas, não apenas o pensamento ou o discurso, mas a prática como um agir sobre algo ou em relação a algo.
Assim, a disjunção teoria/prática está ligada a noção de mundo ideal “versus” mundo real. Ao afirmarmos que “teoria é uma coisa e a prática é outra!” estamos dizendo que o mundo ideal não corresponde ao mundo real. Consideramos que o mundo ideal é eminentemente contemplativo e tem pouco ou nenhum efeito sob o plano concreto. Bom, creio que é possível questionar essa diferença. Limitar a teoria ao plano abstrato e considerá-la incompatível com o mundo fático é um equívoco.
A “teoria” que conhecemos é resultado de um olhar fragmentado e reducionista do mundo. Quando constatamos que a teoria não alcança a prática, de fato, estamos diante de uma teoria que se apresenta como uma visão parcial e radicalmente mutilada dos fenômenos sociais. Não é a teoria que está distante da prática. Esta lacuna se apresenta a partir de uma determinada concepção de teoria.
O pensamento disjuntivo limita nossa possibilidade de perceber a efetiva relação entre teoria e prática. Duas dimensões que, na perspectiva de Morin (2011), são diferentes mas complementares, constituindo uma unidade na diferença. A modernidade edificou uma determinada concepção de teoria, cujo pressuposto básico reside na especialização e fragmentação do conhecimento. A dissociação entre pensamento e ação não é uma concepção exclusiva do cientificismo moderno, já que era reconhecida pelos filósofos gregos da antiguidade. Ocorre que a modernidade aperfeiçoou esta diferença, de modo a torná-la quase que uma verdade inquestionável.
Contudo, o pensar e o agir no cenário de uma sociedade global e complexa não comporta esta disjunção. Não há teoria sem prática e não há prática sem teoria. “Todas as práticas humanas se dão orientadas por um contexto teórico que é formulado, amadurecido e desenvolvido no próprio exercício da prática” (LUCKESI, 1998, p. 21), em outras palavras, teoria e prática são, reciprocamente, causa e consequência.
Referências
LUCKESI, Sipriano e outros. Fazer universidade: uma proposta metodológica. São Paulo: Cortez, 1998. (Link)
MORIN, Edgar. Introdução ao pensamento complexo. Porto Alegre: Sulina, 2011. (Link)

3 de março de 2015

[Charge] Smeagol


2 de março de 2015

[Livro] Métodos de pesquisa para internet

Título:
Métodos de pesquisa para internet

Autor:
Suely Fragoso (Lattes)
Raquel Recuero (Lattes)
Adriana Amaral (Lattes)

Editora:
Sulina

Edição:
2ª Reimpressão (2013)

ISBN:
978-85-20505946

Sinopse:
"O interesse pelas abordagens empíricas a respeito das tecnologias digitais de comunicação tem avançado de forma perceptível no Brasil. “Como fazer”, “como aplicar” e “como pensar” metodologias que sejam eficientes e que permitam coletar e analisar dados compatíveis com os seus problemas de pesquisa e com suas perspectivas teóricas constitui um dos maiores desafios que se colocam para os pesquisadores. O livro Métodos de pesquisa para internet, escrito por Suely Fragoso, Raquel Recuero e Adriana Amaral, nasceu da percepção desse contexto e tematiza e exemplifica perspectivas metodológicas específicas a respeito da internet. Além disso, fornece subsídios para estudos sobre outros temas em que a internet desempenhe o papel de lugar ou de instrumento de pesquisa. É um livro construído a partir das próprias experiências de pesquisa empírica das autoras ao longo de anos de estudo e experimentação com diferentes métodos."

Mais informações:
http://www.editorasulina.com.br/
Para referenciar esta obra (Padrão ABNT):
FRAGOSO, Suely; RECUERO, Raquel; AMARAL, Adriana. Métodos de pesquisa para internet. 2ª Reimpressão. Porto Alegre: Sulina, 2013.

III Concurso de Artigos sobre Iniciativas de Estimulo à Sustentabilidade nas Micro e Pequenas Empresas - edição 2015

Idealizado pela Confederação Nacional de Municípios – CNM em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresa - SEBRAE, O concurso tem a finalidade de estimular a formulação de iniciativas por parte dos municípios para fomentar e estimular que as Micro e Pequenas Empresas situadas ou com atuação em seu território utilizem-se de processos sustentáveis do ponto de vista ambiental, social e econômico no desenvolvimento de suas atividades.
Poderão concorrer trabalhos individuais e em grupo, de candidatos vinculados à administração pública municipal de qualquer cidade brasileira, independente do nível de formação pessoal.

Premiação:
1º colocado: R$ 5.000,00 (cinco mil reais);
2º colocado: R$ 3.000,00 (três mil reais);
3º colocado: R$ 1.000,00 (hum mil reais);
Certificado para os três primeiros colocados e menções honrosas, se houver;
Publicação dos artigos dos três primeiros colocados e menções honrosas, se houver.

Inscrições:
Até 30 de abril de 2015

Informações:
http://www.portaldodesenvolvimento.org.br/artigos2015/

1 de março de 2015