Ilustração original de Alejandro Knaesel Arrabal (2014) versionada com auxílio de Inteligência Artificial Generativa (Gemini).
Pensadores em seu tempo
Nenhum pensador existe fora de seu tempo. As ideias que atravessam gerações também carregam as marcas das experiências, dos acontecimentos e dos contextos históricos em que foram produzidas.
A partir de uma antiga planilha elaborada durante o doutorado, organizei uma linha do tempo interativa que permite visualizar a trajetória de 69 pensadores, seus períodos de vida, países de referência e alguns dos acontecimentos históricos que atravessaram oito séculos.
Uma experiência para perceber o pensamento não apenas como um conjunto de ideias, mas como expressão de pessoas que viveram em determinados tempos e realidades.
Conheça o infográfico: Pensadores em seu tempo.
Prof. Alejandro Knaesel Arrabal
9 de setembro de 2026
[Charge] Smeagol e(m) IA
Lembra do Senhor dos Anéis?
Ilustração original de Alejandro Knaesel Arrabal (2015) versionada com auxílio de Inteligência Artificial Generativa (Gemini).6 de setembro de 2026
Conclusão ou Considerações Finais?
5 de setembro de 2026
Ensaio acadêmico
A própria palavra “ensaio” conserva a ideia de tentativa, de experimentação. No teatro, o ensaio admite interrupção, erro, reinício e repetição de uma cena. A peça completa ainda não está pronta, mas o trabalho já possui direção, compromisso e forma. O ensaio escrito guarda, de modo semelhante, uma abertura própria de uma obra que não reivindica exaustividade ou acabamento absoluto. Essa abertura, contudo, não elimina o dever de clareza, coerência interna, consistência argumentativa nem a indicação das fontes efetivamente utilizadas.
Em um ensaio acadêmico, o texto pode começar pelo título e pelo nome do autor, seguido da exposição do problema ou tema e de seu desenvolvimento, sem que o resumo constitua necessariamente uma exigência do gênero. Poucas referências podem ser suficientes quando correspondem às interlocuções efetivamente mobilizadas pelo texto. O menor número de fontes, entretanto, não dispensa sua adequada identificação nem afasta a responsabilidade do autor quanto ao uso que delas faz.
Prof. Dr. Alejandro Knaesel Arrabal
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Notas: O texto corresponde a uma transcrição gerada e posteriormente tratada com o auxílio da plataforma de Inteligência Artificial Generativa ChatGPT, a partir de um momento explicativo da aula realizada em 4 de setembro de 2026, no componente curricular “Patrimônio Cultural Imaterial e Propriedade Intelectual”, do Mestrado em Direito da Universidade Regional de Blumenau (FURB). A imagem ilustrativa foi gerada com o auxílio da plataforma de Inteligência Artificial Generativa ChatGPT.
4 de setembro de 2026
[Infográfico] Notas sobre Linguagem e Escrita Acadêmica
24 de agosto de 2026
[Infográfico] Produção textual em trabalhos de pesquisa científica
18 de agosto de 2026
[Livro] O que é ciência afinal?
O que é ciência afinal?
Alan Chalmers
Editora:
Brasiliense
Edição:
1993
ISBN:
9788511120615
Sinopse:
Mais informações:
www.editorabrasiliense.com.br
CHALMERS, Alan. O que é ciência afinal? São Paulo: Brasiliense, 1993.
11 de agosto de 2026
A pedagogia do apagamento: objetividade como um problema para o pesquisador
Receio que, não raro, ensina-se (ou aprende-se) menos a pesquisar e mais a reproduzir uma determinada estética da cientificidade. Certos modos de "dizer" o que é e como se faz pesquisa científica, fortalece o imaginário de que fazer ciência consiste em atender a requisitos técnicos e metodológicos previamente estabelecidos, como se o conhecimento resultasse da correta aplicação de um protocolo sobre um objeto já posto e plenamente disponível à descrição.
Essa compreensão produz um efeito silencioso perverso. Ao colocar a objetividade no centro da formação, acaba-se por deslocar o próprio pesquisador para uma posição periférica. Trata-se da sugestão, ainda de inaudita e involuntária, que quanto menos o sujeito aparecer, mais científica será sua investigação. A pesquisa deixa, então, de ser uma vivência de envolvimento intelectual com um problema e se torna uma operação técnica destinada a produzir descrições objetivas da realidade.
Ocorre que toda descrição participa do design do que descreve. Ela seleciona, organiza, estabelece relações, define fronteiras, atribui relevâncias e produz silêncios. Não existe descrição que apenas transporte o objeto para a linguagem. A própria linguagem constrói o que passa a ser reconhecido como objeto de pesquisa. Por isso, a objetividade não pode ser confundida com a ilusão de que seria possível descrever o mundo independentemente da própria arquitetura da descrição formulada.
Paradoxalmente, quanto mais o ensino insiste na ideia de que a pesquisa deve primar pela objetividade, menos favorece o desenvolvimento do pensamento crítico que afirma promover. O estudante passa a compreender que seu contexto, sua trajetória, suas dificuldades, suas inquietações e até mesmo sua autoria possuem importância secundária diante da necessidade de produzir um texto que ostente os sinais exteriores da cientificidade. O rigor deixa de ser compreendido como responsabilidade intelectual para transformar-se em conformidade estrutural.
A terceirização da escrita acadêmica, o plágio e o uso servil da inteligência artificial generativa são, provavelmente, também movidos por esses aspectos do dizer científico, fenômeno que envolve, claro, outros fatores. Essas praticas encontram terreno fértil em uma pedagogia que ensina o estudante a acreditar que sua principal tarefa consiste em entregar um produto objetivo, demanda que, diante de inúmeras outras tarefas cotidianas, precariza atos e atitudes que se esperam de um percurso intelectual genuíno em propósitos e autêntico em condições de realização.
O problema, portanto, não reside na objetividade enquanto compromisso epistemológico, mas na objetivação da própria formação científica. Quando a objetividade ocupa o lugar do pesquisador, a pesquisa deixa de ser vivenciada como prática autoral responsável em seu pertencimento comunitário para converter-se em um conjunto de procedimentos passíveis de execução por qualquer agente suficientemente competente para reproduzir seus marcadores formais. Nesse cenário, o uso servil da inteligência artificial generativa é só mais um capítulo de uma fragilidade formativa que já se encontra inscrita no modo como, há muito tempo, são reproduzidas certas práticas de ensinar o fazer científico.
3 de agosto de 2026
Tema:
Premiação:
Inscrições:
Até o dia 20 de agosto de 2025.
Informações:
https://portal.trt3.jus.br/escola/institucional/biblioteca/copy3_of_sugestoes
20 de julho de 2025
[Artigo] O design como um modelo metodológico para a tecnologia
Artigo publicado em revista científica
Pensando - Revista de Filosofia
ISSN 2178-843X
(Consulte Qualis aqui)
O design como um modelo metodológico para a tecnologia
Gilmar Evandro Szczepanik (Lattes)
"O objetivo desse artigo consiste em realizar uma investigação filosófica sobre o design, buscando encontrar elementos que permitam caracterizá-lo como um modelo metodológico próprio das áreas tecnológicas. O ponto de partida consiste em caracterizar a natureza dos problemas tecnológicos, diferenciando-os, consequentemente, dos problemas científicos. Em seguida, tratamos de apresentar algumas características peculiares do próprio design que lhe dão identidade. Na sequência, procuramos demonstrar que o design é um processo, ou seja, um conjunto de atividades ordenado e racional que tem como ponto de partida a identificação de um problema tecnológico e busca solucioná-lo, desenvolvendo um artefato ou um dispositivo que seja funcional. Por fim, consideramos que o design também consegue fornecer uma explicação tecnológica, desvendando alguns dos elementos obscuros que perpassam o processo de criação e de uso dos artefatos tecnológicos."
Design. Metodologia. Tecnologia. Explicação.
https://doi.org/10.26694/2178843X.vl8iss15pp3-20
SZCZEPANIK, Gilmar Evandro. O design como um modelo metodológico para a tecnologia. Pensando - Revista de Filosofia, Teresina, v. 8, n. 15, p. 3-20, 2017. Disponível em: <https://doi.org/10.26694/2178843X.vl8iss15pp3-20>
10 de julho de 2018
Publicações de acesso aberto no portal da Câmara dos Deputados
A Câmara dos Deputados disponibiliza uma Biblioteca Digital com um acervo dedicado a variados assuntos de interesse da casa legislativa e, é claro, de toda a população brasileira. São livros, artigos, ensaios, anais, áudios e vídeos sobre inúmeros assuntos. A busca por verbetes como “pesquisa científica”, “metodologia científica” e “conhecimento científico”, por exemplo, resulta em dezenas de fontes.
O portal informa que o acervo contém “publicações editadas pela Edições Câmara, trabalhos de órgãos técnicos da Casa, obras raras e valiosas, produção acadêmica de servidores da Câmara dos Deputados, estudos e notas técnicas das consultorias legislativa e de orçamento. Em sua maioria, os documentos da Biblioteca Digital são de uso aberto. Excetuam-se aqueles que dependem de licença para acesso ou que pertençam, por finalidade, à coleção de uso restrito à Câmara dos Deputados.” Vale a pena conferir.
http://bd.camara.gov.br/bd/Prof. Alejandro Knaesel Arrabal
6 de março de 2018
Prêmio CDPP 2018 de monografias sobre Políticas Públicas
Premiação:
- R$ 25.000,00 (Vinte e cinco mil Reais) 1º colocado
- R$ 15.000,00 (Quinze mil Reais) 2º colocado
- Certificados e publicação das monografias dos dois primeiros colocados
Inscrições:
Até 28 de fevereiro de 2018.
Informações:
http://cdpp.org.br/site/pt/premio2018/
16 de fevereiro de 2018
[Artigo] Skinner e Feyerabend sobre o método e o papel da ciência em uma sociedade livre
Artigo publicado em revista científica
Temas em Psicologia
ISSN 1413-389X
(Consulte Qualis aqui)
Skinner e Feyerabend sobre o método e o papel da ciência em uma sociedade livre
César Antonio Alves da Rocha (Lattes)
"Da obra de B. F. Skinner fazem parte preocupações de ordem epistemológica, encerrando discussões sobre metodologia e critérios de verdade, e outras de ordem política e social, concernentes à relação entre ciência e sociedade. De um discurso, em alguns aspectos, coincidentes com uma forma de positivismo, Skinner passou a crítico de tendências puramente formalistas sobre o método científico, e de uma defesa do gerenciamento da sociedade por especialistas, passou a uma crítica à centralização do poder e à proposta de uma forma de organização baseada no controle face-a-face. Tratando de temas semelhantes, Paul Feyerabend desconstruiu a ideia de um método científico universal, denunciou um caráter potencialmente opressor da ciência, reclamando que o conhecimento científico não deveria ter inerente predileção sobre outras formas de conhecimento para o acesso às instituições de poder. Considerando a relevância da obra de ambos os autores para debates suscitados no âmbito da história e da fi losofia das ciências, este trabalho objetiva apresentar e discutir aspectos do comportamentalismo radical, de Skinner, e do anarquismo epistemológico, de Feyerabend, que tratam de temas comuns. Conclui-se que, apesar de diferenças salientes, as duas perspectivas contêm algumas proposições convergentes e virtualmente complementares, cuja interlocução poderia ser útil a seus objetivos de busca por uma sociedade livre."
Filosofia da ciência. B. F. Skinner. Paul Feyerabend. Comportamentalismo radical. Anarquismo epistemológico.
http://dx.doi.org/10.9788/TP2017.3-02Pt
ROCHA, César Antonio Alves da. Skinner e Feyerabend sobre o método e o papel da ciência em uma sociedade livre. Temas em Psicologia, Ribeirão Preto, v. 25, n. 3, p. 913-926, set. 2017. Disponível em: <http://lattes.cnpq.br/9158317976738950>
12 de fevereiro de 2018
[Livro] Uma história social do conhecimento II: da Enciclopédia a Wikipédia
Uma história social do conhecimento II: da Enciclopédia a Wikipédia
Autor:
Peter Burke
Editora:
Zahar
Edição:
2012
ISBN:
9788537808757
Sinopse:
Mais informações:
http://www.zahar.com.br
BURKE, Peter. Uma história social do conhecimento II: da Enciclopédia a Wikipédia. Rio de Janeiro: Zahar, 2012.
26 de dezembro de 2017
[Humor] Academia do Noel #3: Monografias Natalinas
Palavras-chave: Monografia. TCC. Natal. Soldadinho. Presente. Biscoito. Desigualdades. Guerra e Paz. Simulacro. Hiperconsumismo. Baudrillard. Lipovetsky. Direito à Informação. Produtos Artesanais.
Veja também:
Academia do Noel #2
Academia do Noel #1























