[Charge] Escrever é fácil!

Ilustração original de Alejandro Knaesel Arrabal (2014) versionada com auxílio de Inteligência Artificial Generativa (Gemini).

10 de setembro de 2026

Pensadores em seu tempo

Nenhum pensador existe fora de seu tempo. As ideias que atravessam gerações também carregam as marcas das experiências, dos acontecimentos e dos contextos históricos em que foram produzidas.

A partir de uma antiga planilha elaborada durante o doutorado, organizei uma linha do tempo interativa que permite visualizar a trajetória de 69 pensadores, seus períodos de vida, países de referência e alguns dos acontecimentos históricos que atravessaram oito séculos.

Uma experiência para perceber o pensamento não apenas como um conjunto de ideias, mas como expressão de pessoas que viveram em determinados tempos e realidades.

Conheça o infográfico: Pensadores em seu tempo.

Prof. Alejandro Knaesel Arrabal


9 de setembro de 2026

[Charge] Smeagol e(m) IA

 Lembra do Senhor dos Anéis?

Ilustração original de Alejandro Knaesel Arrabal (2015) versionada com auxílio de Inteligência Artificial Generativa (Gemini).


6 de setembro de 2026

Conclusão ou Considerações Finais?

No Trabalho Acadêmico, a parte final do conteúdo deve ser denominada “Conclusão” ou “Considerações Finais”?
A ABNT NBR 14724:2005 já empregava a expressão “Conclusão” para designar a parte final dos elementos textuais do trabalho, denominação que permanece nas orientações normativas posteriores. A norma define a conclusão como a parte final do texto na qual são apresentadas conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses da pesquisa.
Contudo, algumas instituições de ensino adotam a expressão “Considerações Finais” para designar essa mesma parte do trabalho. Trata-se, em grande medida, de uma divergência terminológica, e não necessariamente de uma diferença quanto à função ou ao conteúdo esperado.
Há quem sustente que a palavra “conclusão” carregaria semanticamente um sentido absoluto ou definitivo, de modo que concluir uma pesquisa significaria encerrar a discussão sobre o tema. Sob essa perspectiva, a expressão “Considerações Finais” seria mais apropriada por apresentar sentido menos categórico. Essa interpretação, entretanto, não parece necessária. A conclusão de uma pesquisa diz respeito às questões que foram efetivamente delimitadas e investigadas: pode-se concluir quanto ao problema, aos objetivos e às hipóteses estabelecidos sem pretender esgotar as possibilidades de investigação sobre o tema.
A própria NBR 14724:2005 admitia, na conclusão, a apresentação de desdobramentos relativos à importância, síntese, projeção, repercussão, encaminhamento e outros, o que evidencia que a ideia de conclusão não implica necessariamente o encerramento definitivo da discussão científica.
Também não parece adequado estabelecer uma distinção segundo a qual somente nas teses de doutorado seria apropriado utilizar a expressão “Conclusão”. Trabalhos de diferentes níveis acadêmicos podem apresentar conclusões, desde que estas estejam relacionadas ao problema, aos objetivos, às hipóteses e aos resultados da investigação. A natureza da contribuição esperada em uma tese de doutorado não decorre da denominação atribuída à seção final do trabalho.
Assim, as expressões “Conclusão” e “Considerações Finais” podem, em princípio, ser utilizadas para designar a parte final do trabalho, sem que se atribua à primeira um sentido necessariamente absoluto ou definitivo. Mais importante do que a escolha terminológica é que essa seção cumpra adequadamente sua função: apresentar, de forma coerente com o percurso da pesquisa, as conclusões ou considerações decorrentes da investigação.
Por isso, recomenda-se observar, antes de tudo, as normas e orientações da instituição à qual o trabalho será submetido. Se houver liberdade de escolha, ambas as expressões podem ser utilizadas, desde que empregadas de maneira coerente com o conteúdo desenvolvido. Se a instituição adotar uma denominação específica, esta deverá ser observada para fins de padronização.
Prof. Alejandro Knaesel Arrabal

5 de setembro de 2026

Ensaio acadêmico

O ensaio se aproxima do artigo científico, embora não se confunda com ele. Sua preocupação com a demonstração exaustiva pode ser menor, pois o gênero ensaístico admite maior liberdade para formular hipóteses, interpretações e afirmações que se apresentem como possibilidades de reflexão. Isso, contudo, não autoriza uma escrita arbitrária ou desprovida de estrutura. Há uma proposta temática, um desenvolvimento argumentativo e considerações finais. Em muitos casos, sua organização se aproxima daquela de um artigo, com introdução, desenvolvimento e conclusão. Em outros, especialmente em uma postagem ensaística em blog, a estrutura pode ser mais livre, e as referências completas podem eventualmente ceder lugar a links ativos.

A própria palavra “ensaio” conserva a ideia de tentativa, de experimentação. No teatro, o ensaio admite interrupção, erro, reinício e repetição de uma cena. A peça completa ainda não está pronta, mas o trabalho já possui direção, compromisso e forma. O ensaio escrito guarda, de modo semelhante, uma abertura própria de uma obra que não reivindica exaustividade ou acabamento absoluto. Essa abertura, contudo, não elimina o dever de clareza, coerência interna, consistência argumentativa nem a indicação das fontes efetivamente utilizadas.

Em um ensaio acadêmico, o texto pode começar pelo título e pelo nome do autor, seguido da exposição do problema ou tema e de seu desenvolvimento, sem que o resumo constitua necessariamente uma exigência do gênero. Poucas referências podem ser suficientes quando correspondem às interlocuções efetivamente mobilizadas pelo texto. O menor número de fontes, entretanto, não dispensa sua adequada identificação nem afasta a responsabilidade do autor quanto ao uso que delas faz.

Prof. Dr. Alejandro Knaesel Arrabal

***

Notas: O texto corresponde a uma transcrição gerada e posteriormente tratada com o auxílio da plataforma de Inteligência Artificial Generativa ChatGPT, a partir de um momento explicativo da aula realizada em 4 de setembro de 2026, no componente curricular “Patrimônio Cultural Imaterial e Propriedade Intelectual”, do Mestrado em Direito da Universidade Regional de Blumenau (FURB). A imagem ilustrativa foi gerada com o auxílio da plataforma de Inteligência Artificial Generativa ChatGPT.

4 de setembro de 2026

[Infográfico] Notas sobre Linguagem e Escrita Acadêmica

Infográfico produzido com o auxílio da plataforma de IA generativa Gemini, a partir do texto homônimo publicado no site www.profarrabal.blogspot.com.


24 de agosto de 2026

[Infográfico] Produção textual em trabalhos de pesquisa científica

Infográfico produzido com o auxílio da plataforma de IA generativa ChatGPT, a partir do texto homônimo publicado no site www.profarrabal.blogspot.com


18 de agosto de 2026

[Livro] O que é ciência afinal?

Título:
O que é ciência afinal?
Autor:
Alan Chalmers

Editora:
Brasiliense

Edição:
1993

ISBN:
9788511120615

Sinopse:
"Por que a ciência, no mundo contemporâneo, tem assumido muitas vezes o lugar da religião como instituição capaz de solucionar os principais problemas humanos? Como ela conquistou, ao longo da história, o prestígio e a estatura que possui? Estas são algumas perguntas que o pensador britânico Alan F. Chalmers se propõe a examinar e responder neste livro surpreendente e fundamental para a compreensão do papel da ciência em nossa sociedade."

Mais informações:
www.editorabrasiliense.com.br

Referência:
CHALMERS, Alan. O que é ciência afinal? São Paulo: Brasiliense, 1993.

11 de agosto de 2026

A pedagogia do apagamento: objetividade como um problema para o pesquisador

É comum afirmar que a pesquisa científica exige rigor, objetividade e método. Aparentemente essa afirmação não apresenta maiores implicações. Contudo, considero que existe um problema grave quando esses atributos passam a constituir de modo predominante o próprio horizonte do pesquisador, especialmente daqueles que buscam aprender como pesquisar cientificamente. 

Receio que, não raro, ensina-se (ou aprende-se) menos a pesquisar e mais a reproduzir uma determinada estética da cientificidade. Certos modos de "dizer" o que é e como se faz pesquisa científica, fortalece o imaginário de que fazer ciência consiste em atender a requisitos técnicos e metodológicos previamente estabelecidos, como se o conhecimento resultasse da correta aplicação de um protocolo sobre um objeto já posto e plenamente disponível à descrição.

Essa compreensão produz um efeito silencioso perverso. Ao colocar a objetividade no centro da formação, acaba-se por deslocar o próprio pesquisador para uma posição periférica. Trata-se da sugestão, ainda de inaudita e involuntária, que quanto menos o sujeito aparecer, mais científica será sua investigação. A pesquisa deixa, então, de ser uma vivência de envolvimento intelectual com um problema e se torna uma operação técnica destinada a produzir descrições objetivas da realidade.

Ocorre que toda descrição participa do design do que descreve. Ela seleciona, organiza, estabelece relações, define fronteiras, atribui relevâncias e produz silêncios. Não existe descrição que apenas transporte o objeto para a linguagem. A própria linguagem constrói o que passa a ser reconhecido como objeto de pesquisa. Por isso, a objetividade não pode ser confundida com a ilusão de que seria possível descrever o mundo independentemente da própria arquitetura da descrição formulada. 

Paradoxalmente, quanto mais o ensino insiste na ideia de que a pesquisa deve primar pela objetividade, menos favorece o desenvolvimento do pensamento crítico que afirma promover. O estudante passa a compreender que seu contexto, sua trajetória, suas dificuldades, suas inquietações e até mesmo sua autoria possuem importância secundária diante da necessidade de produzir um texto que ostente os sinais exteriores da cientificidade. O rigor deixa de ser compreendido como responsabilidade intelectual para transformar-se em conformidade estrutural.

A terceirização da escrita acadêmica, o plágio e o uso servil da inteligência artificial generativa são, provavelmente, também movidos por esses aspectos do dizer científico, fenômeno que envolve, claro, outros fatores. Essas praticas encontram terreno fértil em uma pedagogia que ensina o estudante a acreditar que sua principal tarefa consiste em entregar um produto objetivo, demanda que, diante de inúmeras outras tarefas cotidianas, precariza atos e atitudes que se esperam de um percurso intelectual genuíno em propósitos e autêntico em condições de realização. 

O problema, portanto, não reside na objetividade enquanto compromisso epistemológico, mas na objetivação da própria formação científica. Quando a objetividade ocupa o lugar do pesquisador, a pesquisa deixa de ser vivenciada como prática autoral responsável em seu pertencimento comunitário para converter-se em um conjunto de procedimentos passíveis de execução por qualquer agente suficientemente competente para reproduzir seus marcadores formais. Nesse cenário, o uso servil da inteligência artificial generativa é só mais um capítulo de uma fragilidade formativa que já se encontra inscrita no modo como, há muito tempo, são reproduzidas certas práticas de ensinar o fazer científico.

Prof. Dr. Alejandro Knaesel Arrabal

Notas: 
- Texto elaborado com auxílio de IA Generativa (ChatGPT) para organização textual, revisão ortográfica, gramatical e aprimoramento da redação. As afirmações, argumentos e conclusões são de integral autoria e responsabilidade de Alejandro Knaesel Arrabal.
- Imagem gerada com auxílio de IA Generativa (ChatGPT), baseada em ilustração original de autoria de Alejandro Knaesel Arrabal.

3 de agosto de 2026

"A Escola Judicial, em homenagem ao desembargador Márcio Túlio Viana e em comemoração aos 50 anos da Biblioteca do Tribunal Regional do Trabalho da 3a Região, abre as inscrições para o 3o Concurso de Monografias da Biblioteca do Tribunal Regional do Trabalho da 3a Região - Escola Judicial, com o propósito de incentivar a produção doutrinária atinente ao mundo do trabalho e destacar obras inéditas sobre o tema."

Tema:
"Inteligência Artificial: Aplicações, Impactos Jurídicos, Éticos, Sociais e Políticos da Inteligência Generativa".

Premiação:
Os(as) autores(as) das cinco monografias mais bem avaliadas serão condecorados(as) pela direção da Escola Judicial e receberão os seguintes prêmios:
I - 1° (primeiro) lugar: R$ 800,00 (oitocentos reais) em vale-compra, oferecido pela Asttter; 01 (uma) mochila de nailon USB 21L (vinte e um litros) e 1 (uma) garrafa térmica oferecidas pela ANAJUSTRA Federal; 1 (um) computador portátil tipo táblete, com toque de tela e tamanho mínimo de 25,4 cm de diagonal (10 polegadas); 1 (uma) cesta de café da manhã com brindes do Sicoob Coopjus; 1(um) kit contendo: 1 (uma) mochila, 1 (uma) caneta, 1 (um) caderno de anotações/notas tipo "moleskine' e 1 (um) copo térmico, oferecido pela CEF; e certificado de vencedor(a) do concurso;
II - 2° (segundo) lugar: R$ 500,00 (quinhentos reais) em vale-compra, oferecido pela Asttter; 1 (um) computador portátil tipo táblete, com toque de tela e tamanho mínimo de 25,4 cm de diagonal (10 polegadas); 1 (uma) cesta de café da manhã com brindes do Sicoob Coopjus; 1(um) kit contendo: 1 (uma) mochila, 1 (uma) caneta, 1 (um) caderno de anotações/notas tipo "moleskine' e 1 (um) copo térmico, oferecido pela CEF; e certificado de segundo lugar no concurso;
III - 3° (terceiro) lugar: R$ 300,00 (trezentos reais) em vale-compra, oferecido pela Asttter; 1 (um) computador portátil tipo táblete, com toque de tela e tamanho mínimo de 25,4 cm de diagonal (10 polegadas); 1 (uma) cesta de café da manhã com brindes do Sicoob Coopjus; 1(um) kit contendo: 1 (uma) mochila, 1 (uma) caneta, 1 (um) caderno de anotações/notas tipo "moleskine" e 1 (um) copo térmico, oferecido pela CEF; e certificado de terceiro lugar no concurso;
IV - 4° (quarto) lugar: R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais) em vale-compra, oferecido pela Asttter; 1 (um) computador portátil tipo táblete, com toque de tela e tamanho mínimo de 25,4 cm de diagonal (10 polegadas); 1(um) kit contendo: 1 (uma) mochila, 1 (uma) caneta, 1 (um) caderno de anotações/notas tipo "moleskine' e 1 (um) copo térmico, oferecido pela CEF; e certificado de participação no concurso; e
V - 5° (quinto) lugar: R$ 150,00 (cento e cinquenta reais) em vale-compra, oferecido pela Asttter; 1 (um) computador portátil tipo táblete, com toque de tela e tamanho mínimo de 25,4 cm de diagonal (10 polegadas); 1(um) kit contendo: 1 (uma) mochila, 1 (uma) caneta, 1 (um) caderno de anotações/notas tipo 'moleskine' e 1 (um) copo térmico, oferecido pela CEF; e certificado de participação no concurso.

Inscrições:
Até o dia 20 de agosto de 2025.

Informações:
https://portal.trt3.jus.br/escola/institucional/biblioteca/copy3_of_sugestoes

20 de julho de 2025

[Artigo] O design como um modelo metodológico para a tecnologia

Tipo:
Artigo publicado em revista científica
Pensando - Revista de Filosofia
ISSN 2178-843X
(Consulte Qualis aqui)
Título:
O design como um modelo metodológico para a tecnologia
Autor:
Gilmar Evandro Szczepanik (Lattes)
Resumo: 
"O objetivo desse artigo consiste em realizar uma investigação filosófica sobre o design, buscando encontrar elementos que permitam caracterizá-lo como um modelo metodológico próprio das áreas tecnológicas. O ponto de partida consiste em caracterizar a natureza dos problemas tecnológicos, diferenciando-os, consequentemente, dos problemas científicos. Em seguida, tratamos de apresentar algumas características peculiares do próprio design que lhe dão identidade. Na sequência, procuramos demonstrar que o design é um processo, ou seja, um conjunto de atividades ordenado e racional que tem como ponto de partida a identificação de um problema tecnológico e busca solucioná-lo, desenvolvendo um artefato ou um dispositivo que seja funcional. Por fim, consideramos que o design também consegue fornecer uma explicação tecnológica, desvendando alguns dos elementos obscuros que perpassam o processo de criação e de uso dos artefatos tecnológicos."
Palavras-chave: 
Design. Metodologia. Tecnologia. Explicação.
Referência:
SZCZEPANIK, Gilmar Evandro. O design como um modelo metodológico para a tecnologia. Pensando - Revista de Filosofia, Teresina, v. 8, n. 15, p. 3-20, 2017. Disponível em:  <https://doi.org/10.26694/2178843X.vl8iss15pp3-20>. Acesso em: 10 jul. 2018. 

10 de julho de 2018

Para Refletir #36 - Leitura


8 de abril de 2018

Publicações de acesso aberto no portal da Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados disponibiliza uma Biblioteca Digital com um acervo dedicado a variados assuntos de interesse da casa legislativa e, é claro, de toda a população brasileira. São livros, artigos, ensaios, anais, áudios e vídeos sobre inúmeros assuntos. A busca por verbetes como “pesquisa científica”, “metodologia científica” e “conhecimento científico”, por exemplo, resulta em dezenas de fontes.

O portal informa que o acervo contém “publicações editadas pela Edições Câmara, trabalhos de órgãos técnicos da Casa, obras raras e valiosas, produção acadêmica de servidores da Câmara dos Deputados, estudos e notas técnicas das consultorias legislativa e de orçamento. Em sua maioria, os documentos da Biblioteca Digital são de uso aberto. Excetuam-se aqueles que dependem de licença para acesso ou que pertençam, por finalidade, à coleção de uso restrito à Câmara dos Deputados.” Vale a pena conferir.

http://bd.camara.gov.br/bd/

Prof. Alejandro Knaesel Arrabal

6 de março de 2018

#VaiComTudoTCC


4 de março de 2018

Prêmio CDPP 2018 de monografias sobre Políticas Públicas

Estão abertas as inscrições para o prêmio CDPP 2018 . O Prêmio tem a finalidade estimular a pesquisa na área de políticas públicas reconhecendo monografias de qualidade técnica e de aplicabilidade à resolução de problemas nacionais sobre o tema "como melhorar a distribuição de renda no Brasil?". Podem concorrer monografias individuais ou produzidas em grupos de até três autores, detentores de diploma de curso superior em qualquer área de formação acadêmica.

Premiação:
- R$ 25.000,00 (Vinte e cinco mil Reais) 1º colocado
- R$ 15.000,00 (Quinze mil Reais) 2º colocado
- Certificados e publicação das monografias dos dois primeiros colocados

Inscrições:
Até 28 de fevereiro de 2018.

Informações:
http://cdpp.org.br/site/pt/premio2018/

16 de fevereiro de 2018

[Artigo] Skinner e Feyerabend sobre o método e o papel da ciência em uma sociedade livre

Tipo:
Artigo publicado em revista científica
Temas em Psicologia
ISSN 1413-389X
(Consulte Qualis aqui)
Título:
Skinner e Feyerabend sobre o método e o papel da ciência em uma sociedade livre
Autor:
César Antonio Alves da Rocha (Lattes)
Resumo: 
"Da obra de B. F. Skinner fazem parte preocupações de ordem epistemológica, encerrando discussões sobre metodologia e critérios de verdade, e outras de ordem política e social, concernentes à relação entre ciência e sociedade. De um discurso, em alguns aspectos, coincidentes com uma forma de positivismo, Skinner passou a crítico de tendências puramente formalistas sobre o método científico, e de uma defesa do gerenciamento da sociedade por especialistas, passou a uma crítica à centralização do poder e à proposta de uma forma de organização baseada no controle face-a-face. Tratando de temas semelhantes, Paul Feyerabend desconstruiu a ideia de um método científico universal, denunciou um caráter potencialmente opressor da ciência, reclamando que o conhecimento científico não deveria ter inerente predileção sobre outras formas de conhecimento para o acesso às instituições de poder. Considerando a relevância da obra de ambos os autores para debates suscitados no âmbito da história e da fi losofia das ciências, este trabalho objetiva apresentar e discutir aspectos do comportamentalismo radical, de Skinner, e do anarquismo epistemológico, de Feyerabend, que tratam de temas comuns. Conclui-se que, apesar de diferenças salientes, as duas perspectivas contêm algumas proposições convergentes e virtualmente complementares, cuja interlocução poderia ser útil a seus objetivos de busca por uma sociedade livre."
Palavras-chave: 
Filosofia da ciência. B. F. Skinner. Paul Feyerabend. Comportamentalismo radical. Anarquismo epistemológico.
Link para o texto completo:
http://dx.doi.org/10.9788/TP2017.3-02Pt
Referência:
ROCHA, César Antonio Alves da. Skinner e Feyerabend sobre o método e o papel da ciência em uma sociedade livre. Temas em Psicologia, Ribeirão Preto, v. 25, n. 3, p. 913-926, set. 2017. Disponível em:  <http://lattes.cnpq.br/9158317976738950>. Acesso em: 12 fev. 2018. 

12 de fevereiro de 2018

[Livro] Uma história social do conhecimento II: da Enciclopédia a Wikipédia

Título:
Uma história social do conhecimento II: da Enciclopédia a Wikipédia

Autor:
Peter Burke

Editora:
Zahar

Edição:
2012

ISBN:
9788537808757

Sinopse:
"Contribuição preciosa à historia sociocultural da humanidade, Uma história social do conhecimento é o registro de décadas de pesquisa de Peter Burke sobre os caminhos que os homens trilharam até chegar ao atual estágio de conhecimento coletivo. Com clareza, poder de síntese e riqueza de informações, o autor conclui nesse segundo volume o mapeamento de tal percurso - da publicação da Enciclopédia de Diderot à Wikipédia. Com o foco sempre em grupos, instituições, práticas coletivas e tendências gerais (e não indivíduos), Burke completa seu amplo painel da trajetória dos conhecimentos humanos, reunindo e comentando contribuições de uma vasta gama de autores. O livro é dividido em três partes. A primeira mostra que atividades aparentemente atemporais — coletar conhecimento, analisá-lo, disseminá-lo e utilizá-lo — na verdade assumem diferentes formas em diferentes períodos e lugares. A segunda parte opõe-se à tendência de se escrever uma história triunfalista da aquisição e acumulação de conhecimento. Burke discute o preço do progresso, perdas de conhecimento e prejuízos decorrentes da opção pela especialização em vez do saber geral. A terceira parte oferece panoramas a partir das três dimensões essenciais de qualquer exame das atividades humanas coletivas: a geográfica, a social e a cronológica. Compara a experiência de centros e periferias e demonstra que cada uma das principais tendências do período estudado — profissionalização, secularização, nacionalização, democratização etc. — coexistiu e interagiu com a tendência oposta. Como sempre, Peter Burke apresenta espantosa erudição numa prosa de clareza e acessibilidade exemplares. Leitura essencial em todos os campos das humanidades e das ciências sociais."

Mais informações:
http://www.zahar.com.br
Referência:
BURKE, Peter. Uma história social do conhecimento II: da Enciclopédia a Wikipédia. Rio de Janeiro: Zahar, 2012.

26 de dezembro de 2017

[Humor] Academia do Noel #3: Monografias Natalinas


Palavras-chave: Monografia. TCC. Natal. Soldadinho. Presente. Biscoito. Desigualdades. Guerra e Paz. Simulacro. Hiperconsumismo. Baudrillard. Lipovetsky. Direito à Informação. Produtos Artesanais.

Veja também:
Academia do Noel #2
Academia do Noel #1

18 de dezembro de 2017